Ouça! >> mr_hopkinson’s computer

15/01/2007 at 20:11 3 comentários

mr_hopkinson's computer

O computador do senhor Hopkinson faz versões binárias de Pixies, Radiohead, The Stone Roses e Portishead. Imagine o Stephen Hawking te olhandinho de lado, babando e cantando Where’s My Mind em falsete. Agora ouça.

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Entry filed under: Dicas, Música.

R.I.P. >> Fnord 11/01/2007 links for 2007-01-17

3 Comentários Add your own

  • 1. Bueno  |  18/01/2007 às 11:45

    Ehehe, muito bom, assim como a alusão ao Stephen Hawkings. Me lembrou a versão do próprio Frank Black com os Two Pale Boys. Já ouviu o disco? Versões experimentais para clássicos dos Pixies. Saiu aqui em cd duplo, chamado Frank Black Francis. Um cd é esse que eu falei, o outro é o Frank Black voz e violão tocando em Londres as músicas que eles viriam a gravar alguns dias depois na famosa Purple Tape (e outras que entrariam em outros discos).

  • 2. Daniel  |  18/01/2007 às 12:51

    tô ligado, tenho o disco. é bom demais.

    tinha um textinho sobre ele, da época que usava o multiply ainda, q eu recauchutei e reformatei – coisa feia! – pro esquema da seção discos que ninguém ouve do zine das entrevistas do demosul, supositório. Nem sei se entrou no fim das contas, mas é isso aqui:

    Discos que ninguém ouve

    Frank Black Francis – s/t

    Em março de 1987, os Pixies entraram em estúdio pela primeira vez e em três dias gravaram o que viria a ser a Purple Tape e o EP Come on Pilgrim, que você ouve. No dia anterior, Black Francis havia gravado demos acústicas dessas canções.

    Em abril de 2004, os Pixies fizeram o primeiro show de sua turnê de reunião. No ano anterior, Frank Black havia gravado, junto de Andy Diagram e Keith Moliné, os Two Pale Boys, versões esquizofrênicas de clássicos – que você ouve – de sua (na época) ex-banda, incluindo Cactus, The Holiday Song, Caribou, Nimrod’s Son y otros más.

    No fim de 2004, o selo inglês Cooking Vinyl tirou essas gravações do fundo da gaveta e lançou um disco duplo de nome perfeito, Frank Black Francis, com as demos de 1987 e as reinterpretações de 2003. No primeiro, voz, violão e ruídos com a boca reproduzindo os outros instrumentos, em versões lo-fi quase idênticas às gravações “oficiais”. No segundo, trompete, violino e ruídos eletrônicos, em versões que seriam irreconhecíveis, não fossem as melodias.

    Nos dois, Charles Thompson aparentando um distúrbio mental, no pique de um Daniel Johnston ou Wesley Willis. Doente. E do caralho.

    Frase: piriiiu, piriiiu, piririririririri tururu.

  • 3. carlo  |  06/09/2007 às 1:57

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